domingo, 19 de dezembro de 2010

A Rede Social - O filme de nossa época.

A Rede Social não é um dos melhores filmes do ano, não é um exemplo de atuações e nem sobre o criador do Facebook. A Rede Social é o filme de nosso tempo.


Nenhuma produção consegue definir tão bem a sociedade das imagens, relações e auto-personagens que criamos de nós mesmos na rede mundial de computadores.
O Facebook e as redes sociais mudaram para sempre não só a maneira como nos relacionamos com nossos amigos, inimigos e desconhecidos. Transformou a forma como lidamos com nós mesmos. Nossos anseios, angústias, temores, desejos e imagem. Nada mais é como antes.

Quem não conhece alguém que tenha difamado alguém na internet, tornado uma discussão entre amigos pública, viu um relacionamento chegar ao fim por recados no seu scrapbook, saiu de uma festa e foi procurar alguém as 2 da manhã no Facebook. E me detenho aqui nos infinitos exemplos que poderia citar para mostrar como nosso cotidiano está cada vez mais conectado com as redes sociais.


Assistir ao momento em que tudo isso era apenas uma simples ideia embrionária na mente
de Mark Zuckerberg é algo que, confesso, conseguiu
até arrancar um par de lágrimas de meus olhos.
Tamanho o entusiasmo que o filme consegue transmitir.
E aqui eu ratifico a primeira frase deste post, não existe história que sustente por si só. Toda a emoção e sensações que temos nas salas de cinema, deve-se ao excelente trabalho do diretor, roterista e elenco, com destaque para Andrew Garfield, que vive o brasileiro Eduardo [e será o novo homem aranha].

Deixo com à crítica especializada os detalhes técnicos do filme e outras oportunidades para escrever ainda mais sobre os reflexos das redes sociais em nossas vidas. Me reservo a recomendar com todas as letras este clássico filme que servirá para as gerações futuras como estudo e referência de nosso tempo.

4 comentários:

Le Voyeur disse...

olha, o filme eh bom sim. mas achei q ficou grande alem do necessario...
e não mereceu esses premios todos q andou recebendo por ai não!

bjs do voy

Serginho Tavares disse...

e ainda vai ganhar o Oscar!

paradigmas universal disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
paradigmas universal disse...

A trilha desse filme é maravilhosa, muito bom na hora que tocam dead kennedys.

voltando ao assunto do suicídio, quando vc morre vc destroe apenas o universo que criou, vc é a estrutura do universo. Perdeu apenas o seu ponto de vista futuro. A religião, o trabalho, a televisão essas coisas extreminam sim o verdadeiro sentido da vida.

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