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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Facebook vira bar virtual

O aplicativo Shaker, vencedor da competição de Satart-ups promovida pelo blog de tecnologia TecCrunch, transforma o Facebook em um bar virtual bem ao estilo de The Sims, Habbo Hotel e Second Life
Onde As Coisas Acontecem...

Ao entrar você se transforma em um avatar com a sua foto e pode escolher alguns andares disponíveis para passear, conversar e tomar alguns "bons drinks" com os usuários que estiverem on line. è possível interagir com qualquer um e os seus amigos da Face são identificados na cor azul, os amigos de amigos com a cor amarela e todos os outros de branco.
Dentre as interações é possível conversar em grupo, 'dançar', pagar uma bebida (free), visualizar as fotos do álbum e ainda conferir o que vocês tem em comum, dentre outras coisas.

Sem dúvida nenhuma, a integração com as informações do seu perfil no Facebook é o que de melhor traz o Shaker, que ainda conta com uma rádio on line e um mural com os itens mais curtidos pelas pessoas da sala e uma timeline do Twitter.


Vai Pegar
O aplicativo já levantou US$ 3 milhões em financiamento e tem tudo para conquistar os brasileiros, que já são maioria absoluta entre os usuários. Para um futuro próximo se espera o aumento de funcionalidades, salas temáticas e publicidade, muita publicidade!
Creio que as empresas que saírem na frente e enxergarem o potencial do app, vão se dar bem realizando as primeiras parcerias comerciais. As possibilidades são infinitas e um serviço como esse tem demanda garantida, tanto pelos saudosistas do mal sucedido Second Life como pelos internautas que estão á procura de uma substituição para a pegação no Facebook que substitua as cutucadas.


sábado, 10 de setembro de 2011

Facebook dominou o Brasil, e agora?

Um dos assuntos mais comentados no início desta semana foi a notícia já esperada de que o Facebook superou o Orkut em número de usuários brasileiros. Segundo a revista Isto É Dinheiro, a rede social de Mark Zuckerberg fechou o mês de agosto à frente do, até então, site líder no país, com mais de 30 Milhões de cadastrados. 
Apesar de relativamente já aguardada, a notícia parecia não ser exatamente essa quando o IBOPE, fonte citada pela reportagem, não reconheceu os números. Mas poucos dias depois, na última sexta feira, 09, o instituto voltou atrás e resolveu se pronunciar, confirmando os dados oficiais e o fato de que o Facebook dominou o Brasil!

Após um reinado de sete anos, finalmente o Brasil, último país das Américas em que o Facebook não dava as cartas, se rendeu à maior rede social do mundo. Esta já era uma tendência esperada e os motivos que levaram isso a acontecer todos já conhecem. Agora fica a pergunta: o que vai acontecer com o Orkut e o futuro das redes sociais por aqui?


E agora, o Orkut morreu!?
Eu já falei sobre a morte anunciada do Orkut em um post inteiro defendendo o porquê da rede social do Google estar mais viva que muita gente por aí. Mas agora que o Facebook o superou em número de usuários no país, o quadro mudou? A resposta continua sendo negativa.
Os dados apenas comprovam uma tendência inevitável que começou cerca de um ano atrás, migrar, ou pelo menos criar uma conta no Facebook, se tornou um movimento irreversível. De agora em diante, as empresas vão continuar a incentivar cada vez mais o uso da rede social de Mark Zuckerberg e os círculos de amigos passaram cada vez menos tempo no Orkut. Este movimento já fez e continuará fazendo todas as classes e grupos sociais à criar uma nova conta.

E agora Google?
Os motivos que já foram defendidos à favor da sobrevida do Orkut continuam válidos. Mas por quanto tempo? O grande problema que o Google terá que resolver, se optar por continuar investindo, é torná-lo interessante para as empresas. Investir hoje no site é caro, você tem que contratar alguém especializado em mídias sociais, pagar por um espaço de publicidade ou fazer parceria com o gigante da internet para estar ali. Já no Facebook, basta criar uma Fan Page gratuitamente e manter um profissional (ou equipe) fazendo a manutenção. Fora as possibilidades quase que infinitas oferecidas pelo Face. Além disso, a imagem do Orkut está manchada com pedofilia, crimes digitais e Spams.
Sem concertar estas questões, por mais que ainda tenha uma base de usuários gigantesca, será apenas questão de tempo até que o site feche suas portas e apenas o Google+ sobreviva para, pelo menos tentar, combater de frente a rede social do momento.

E o Futuro?
Alguns acreditam que o Facebook irá dominar sozinho de agora em diante as redes sociais, enquanto outros apostam suas fichas em um futuro promissor para o Google+. Já eu creio que os números devem ficar próximos um dos outros nos próximos meses. Esta história de que uma mídia nova mata a anterior já está mais do que provada ser uma falácia de mão cheia. Juntando isso ao fato de que cada vez mais as pessoas estão à procura de diferentes fontes de informação e formas de interação. Muito provavelmente alguns sites ficarão segmentados para alguns nichos e outros terão acessos simultâneos do mesmo público. Afinal, cada um tem uma finalidade diferente e em diversos momentos, serão utilizados por motivos díspares.


Mas este é apenas um palpite. Qual é o seu? 

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Ths Sims Social - Review

Começo hoje a escrever uma série Reviews sobre produtos, lançamentos, tecnologia, filmes e afins... Serão textos concisos, feitos especialmente para quem passa por aqui e quer um rápido resumo e crítica sobre determinado tema. 
Para o ponta pé inicial, nada melhor que unir as três vertentes principais do Blog: Mídias Socias, Cultura Pop e Tecnologia, falando sobre o game que mais cresce atualmente no mundo todo. Estou falando da nova febre do momento nos jogos sociais, o The Sims Social - para Facebook.


O título, que foi lançado no último mês de Agosto, é resultado da parceria entre a Electronic Arts e PlayFish e se baseia na bilionária franquia de sucesso The Sims, onde o jogador brinca de Deus controlando a vida de seus "personagens virtuais".
Até agora o game alcançou a marca expressiva de 10 milhões de usuários em menos de 3 semanas. Segundo pesquisa da AppData, este número deve ultrapassar a estrondosa marca de 75 milhões de jogadores, passando na frente do atual número um do Facebook - CityVille, ainda no mês de setembro.

Jogando
Para instalar o jogo no seu perfil do Facebook basta acessar a página oficial  e clicar em Ir para o Aplicativo.

Antes de mais nada, vale dizer que, pelo menos por enquanto, o conteúdo é todo em inglês, o que pode afastar aqueles que não tem conhecimento no idioma. Mas o game é bem intuitivo e visual. Com um nível básico de conhecimento na língua você já consegue sair jogando. 

Assim como no título original, a primeira coisa a se fazer é criar o seu Sim, como é chamado o personagem do jogo. Você pode, dentre outras coisas, escolher o nome, cor da pele, algumas características físicas e uma das 9 personalidades disponíveis, que vão determinar se o seu Sim será um Geek, Atleta, Socialite, dentre outros. Escolha aqui também o seu penteado, cor dos cabelos, roupas e acessórios. Dica: Não se apresse nesta etapa, brinque bastante com as possibilidades até ficar completamente satisfeito, qualquer alteração posterior terá que ser paga -algumas delas com dinheiro real.

Depois de definir todos os traços do seu personagem, inicia-se um treinamento básico com as principais funcionalidades do jogo. Preste um pouco de atenção, mas não é nada muito difícil.

Agora é só diversão: Fique sempre atento à barra de necessidades do seu Sim, visite seus amigos clicando no ícone inferior com a imagem de cada um deles e comece a juntar pontos e dinheiro para aumentar a sua casa e mobiliá-la com os objetos mais descolados. 
Dica: Realize as tarefas que aparecem no canto esquerdo da tela e aumente seus pontos e recompensas.

Você poderá fazer amizades, inimizades e até casar. Pelo menos neste estágio inicial, ainda não está liberado a função de ter filhos e poder controlar uma família inteira de uma vez, uma das tarefas em que os fãs da franquia original mais podem sentir falta. Mas o fato de você estar jogando com os seus amigos do Facebook garante, no mínimo, algumas horas de diversão.

Não é possível interagir em tempo real com outros jogadores, mas você tem a opção de visualizar alguns acontecimentos de seus amigos quando eles te visitaram. 
Ficamos todos aguardando a possibilidade de dar uma festa em tempo real, com chat e a possibilidade, tão pedida pelos fãs, de poder matar os personagens.

O jogo segue o modelo Freemium onde todos podem jogar gratuitamente, mas para realizar diversas atividades mais rapidamente e poder comprar alguns itens exclusivos é preciso abrir a carteira para comprar SimCach - dinheiro virtual - e outros apetrechos disponíveis.

DouglasFerT - Review
Apesar de não poder contar com funcionalidades marcantes da franquia, como cuidar de uma família inteira e até mesmo matar o próprio personagem, o game consegue agradar aos fãs e angariar uma nova legião de seguidores. O único problema é que sua rentabilidade no expediente do trabalho pode sair bem prejudicada com o jogo aberto. #Viciante 
Nota: *****


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Orkut Vive!

Com o avanço do Facebook na classe C, o lançamento do Google+ e o declínio no número de usuários ativos no Orkut, muitas pessoas, inclusive publicitários, são levados a crer que o atual líder nas redes sociais morreu. Mas aí vai uma que muita gente desacredita: O Orkut Vive!


Esta constatação não é puro achismo deste blogueiro que vos escreve, o número e uma análise no mercado de social media provam isso sem deixar dúvidas.
É verdade que o número de internautas das Classe A e b migraram em debandada para o Facebook e que o ritmo de crescimento do Orkut está longe do de seus tempos áureos, mas ainda cresce. Segundo a ComScore, entre maio de 2010 e maio de 2011, o número de visitantes no Facebook cresceu 172% no Brasil, contra somente 20% do Orkut. E o número não aumenta ainda mais porque não tem mais para onde crescer. Em 2008, o IBOPE já registrava que 75% das pessoas que tinham acesso à internet (seja em casa, escola, trabalho, lanhouses etc) utilizavam a rede social do Google. A rede só pode crescer mais com o avanço da internet no Brasil. Como sabe-se disso?
Acontece que o layout do site é extremamente simples, ele costuma ser a porta de entrada à internet para a maioria das pessoas que estão começando a se informatizar e o fato de que a presença forte das classes C e D acabam atraindo e incentivando ainda mais adeptos do meio social.

Ignorar o Orkut em uma ação nas Mídias Sociais é o mesmo que ignorar as classes sociais emergentes, cada vez mais fortalecidas no país e com um poder de compras avassalador.

Algumas empresas já se atentaram a isso e saíram correndo na frente nesta "redescoberta" do site, após esta divisão de classes entre as redes.
Em junho deste ano a Coca-Cola Brasil lançou  uma comunidade oficial no orkut, "premiando" os internautas que participarem da rede com conteúdos especiais exclusivos e o skin - tema do site - “Os bons são maioria”, criado em homenagem aos 125 anos da marca. Em pouco mais de um mês da sua criação, a comunidade já ultrapassou a marca de 736 mil inscritos. Número alto para uma rede social morta, não?



O Google nega a predominância das classes menos favorecidas no site. "Na verdade o Orkut no Brasil é atualmente a rede social com maior diversidade entre classes sociais. Podemos comparar a audiência do Orkut, em território nacional, com a novela do horário nobre, já que atinge todas as classes sociais do país", disse Valdir Leme, gerente de marketing do Orkut, à BBC Brasil.

Esta é a mais pura realidade. Afinal, as pessoas ao criarem um perfil em uma nova rede social, não excluem automaticamente o da antiga. A migração é gradativa e a tendência no comportamento do internauta é ter cadastro em várias e utilizar cada uma de forma particular. 

Portanto, antes de dar às costas as possibilidades oferecidas na maior rede social do país, pense novamente. O Google não vai descontinuar o Orkut por causa do lançamento do Google+ e o número de internautas ativos no site não vai desaparecer. Mesmo que o Facebook ou qualquer outra rede assuma o posto de queridinho do Brasil, seu público continuará lá. Pelo menos nos próximos semestres. 

domingo, 19 de dezembro de 2010

A Rede Social - O filme de nossa época.

A Rede Social não é um dos melhores filmes do ano, não é um exemplo de atuações e nem sobre o criador do Facebook. A Rede Social é o filme de nosso tempo.


Nenhuma produção consegue definir tão bem a sociedade das imagens, relações e auto-personagens que criamos de nós mesmos na rede mundial de computadores.
O Facebook e as redes sociais mudaram para sempre não só a maneira como nos relacionamos com nossos amigos, inimigos e desconhecidos. Transformou a forma como lidamos com nós mesmos. Nossos anseios, angústias, temores, desejos e imagem. Nada mais é como antes.

Quem não conhece alguém que tenha difamado alguém na internet, tornado uma discussão entre amigos pública, viu um relacionamento chegar ao fim por recados no seu scrapbook, saiu de uma festa e foi procurar alguém as 2 da manhã no Facebook. E me detenho aqui nos infinitos exemplos que poderia citar para mostrar como nosso cotidiano está cada vez mais conectado com as redes sociais.


Assistir ao momento em que tudo isso era apenas uma simples ideia embrionária na mente
de Mark Zuckerberg é algo que, confesso, conseguiu
até arrancar um par de lágrimas de meus olhos.
Tamanho o entusiasmo que o filme consegue transmitir.
E aqui eu ratifico a primeira frase deste post, não existe história que sustente por si só. Toda a emoção e sensações que temos nas salas de cinema, deve-se ao excelente trabalho do diretor, roterista e elenco, com destaque para Andrew Garfield, que vive o brasileiro Eduardo [e será o novo homem aranha].

Deixo com à crítica especializada os detalhes técnicos do filme e outras oportunidades para escrever ainda mais sobre os reflexos das redes sociais em nossas vidas. Me reservo a recomendar com todas as letras este clássico filme que servirá para as gerações futuras como estudo e referência de nosso tempo.
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